Soube hoje, por fontes seguras, que o ministério público estadual, mais específicamente Drª Karina Cherubini, obrigou a prefeitura a refazer, os testes do concurso da Guarda Municipal e de Salva Vidas, realizado a poucos dias atrás e supostamente de cartas marcadas. Parabéns a Drª Karina, mulher de fibra e que faz do seu trabalho, sério e honesto, o alento de muitos munícipes como eu, que não mais acreditava em justiça e em seriedade.
Alguns candidatos a reeleição, ligados ao Paranaguá terão que se rebolar, por que desta vez, não terão como prometer vagas por votos, e certamente perderão muitos apoios e cabos eleitorais.
Xeuêpa Babá, Kaô Kabiessy Lé - Oxalá é Pai , Xangô é o rei da Justiça e sabe quando usam seu nome em vão, cobra dos pecadores,maliciosos e maledicentes na hora certa, na medida certa, nem a menos nem a mais!
quinta-feira, 31 de julho de 2008
quarta-feira, 30 de julho de 2008
SUCUPIRA É AQUI.
Era o nome da cidade fictícia de Odorico Paraguassú.
Para nós, que não estamos lá em sucupira, nada temos que ter inveja, pois, aqui, nas terras dos sem fim, a cada dia fica mais parecida com a sucupira de Odorico. São ameaças constantes a pessoas de bem, cerceamento da liberdade de imprensa, perseguições, tentativas de intimidação etc. E é claro os políticos corruptos, larápios e safados, que se vestem de carneiro, mas, todos sabemos que são lobos, da pior espécie, vira latas, pulguentos, sem raça. A mim, nada me incomoda, por que não nasci para temer, que venham os medrosos e covardes, que se quer tem a coragem de dizer cara a cara, aproveitam-se de puxa sacos e lambe botas pra mandarem recados por porta travessa. Como dizia minha sábia bisavó, que tive o prazer de conhecer viva, D Dezinha, CUIDADO, AO CUTUCAREM ONÇA COM VARA CURTA!
terça-feira, 29 de julho de 2008
ENTREVISTA DE NEWTON LIMA, QUE FALA MUUUITO BEM DE SEU PARCEIRO, VALDERICO, DE ALISSON, DO PT, DE JAQUES WAGNER...

Segunda-feira, 12 de Maio de 2008
Desde quinta-feira (10) o prefeito empossado pela Câmara de Ilhéus, Newton Lima (sem partido), atende no gabinete do presidente do Legislativo, Alisson Mendonça (PT). Apesar de empossado, ainda não conseguiu sentar-se na cadeira de prefeito, por conta da resistência do prefeito afastado, Valderico Reis, em deixar o cargo. Sereno, Newton Lima revela numa entrevista exclusiva ao jornalista Maurício Maron, que chegou a ter o apoio do prefeito para assumir o governo nos próximos 90 dias e se surpreendeu com a atitude de Valderico Reis, em ocupar o gabinete logo após a sua posse na Câmara.Isso, de acordo com Newton, representa um rompimento político sem possibilidade de retorno.
Admite nem atender mais a um telefonema de Valderico Reis e já pensa na composição do seu secretariado e num possível encontro com o governador Jaques Wagner, quando reivindicará uma Operação Tapa-Buracos para Ilhéus. “Fui fiel, cauteloso e prudente enquanto estive apoiando o prefeito. Agora não dá mais”, disse Newton ao jornalista Maurício Maron, no gabinete de Alisson Mendonça.Por sinal, Alisson garante que o novo prefeito assume com o apoio irrestrito da Câmara. E revela: se Valderico não deixar a Prefeitura, a Polícia Militar vai retirá-lo à força do gabinete. Leia as duas entrevistas concedidas ao Agora.
Jornal Agora – Chamo o senhor de prefeito ou vice-prefeito?
Newton Lima – Em qualquer circunstância, de Newton.
J. A. – A cidade amanheceu suja. Os serviços essenciais estão paralisados. A cidade vive um caos administrativo...
N. L. – O impedimento do trabalho deve-se única e exclusivamente a Valderico Reis. Ele não se deu conta do ocorrido. Para voltar a administrar a cidade precisa de medidas jurídicas que possam viabilizar o seu retorno. No momento, ele quer mesmo é tumultuar o processo.
J. A. – Estas são palavras de quem está rompido?
N. L. – Diante do ocorrido quinta-feira [10], sim. Quando fui comunicado pela Câmara de que deveria cumprir um decreto que afastava temporariamente o prefeito Valderico Reis, procurei ele. Conversamos como pessoas civilizadas e expliquei quais os motivos que me levavam a assumir o desafio. Ele me desejou até boa sorte e me disse: “Vá mesmo. Pior é Alisson [presidente da Câmara] tomar posse”.
J. A. – O senhor não acha que demorou a tomar esta decisão? O desgaste do prefeito era evidente nos últimos meses. E o senhor se manteve o tempo todo ao lado dele...
N. L. - ... Por que fui cauteloso, fiel e prudente. Acreditava que as coisas melhorariam. Sempre conversávamos sobre isso e ele me convencia que poderia mudar o perfil que a cidade condenava.
J. A. – Depois do tumulto de quinta-feira e da decisão dele em não abrir mão do mandato, o senhor já manteve novos contatos com o prefeito Valderico Reis?
N. L. – Nenhum. A priori é desnecessário.
J. A. – Todo gestor tem como prioridade contar com um secretariado de confiança. O senhor permanece com a equipe de Valderico ou vai mudar?
N. L. – Comigo não vai ser diferente. Ainda estou discutindo a minha equipe de trabalho, porque precisamos normalizar, de imediato, os serviços essenciais de limpeza pública, funcionalismo. Com a ajuda da Câmara, vamos ao governador Jaques Wagner solicitar ajuda, apoio e compromisso com Ilhéus. Precisamos urgentemente de uma Operação Tapa-Buracos. A cidade está um caos.
J. A. – Quando o senhor anuncia a equipe.
N. L. – O primeiro escalão, na segunda-feira. A minha prioridade, neste momento, é nomear o novo Procurador Jurídico e o secretário municipal da Administração. Precisamos imediatamente começar a formatação do governo.
J. A. – Mas Valderico Reis disse que não se afasta.
N. L. – Até hoje ele acha que tudo que ele quer, pode. Mas não é mais assim.
J. A. – Como será a administração do senhor.
N. L. – Chego com o respaldo popular. Isso ficou evidenciado durante o trajeto que fiz da Câmara para a Prefeitura. Vou governar para os ilheenses e com o apoio da Câmara e da sociedade de Ilhéus. Pessoas efetivamente compromissadas com a cidade.
J. A. – Como será o perfil do seu secretariado?
N. L. – Técnico e político. Ilhéus vai aprovar.
Postado por Madeira de dá em "DOIDO" às
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ENTREVISTA DE NEWTON LIMA A MAURÍCIO MARON QUANDO ASSUMIU O GOVERNO.

Domingo, 13 de Maio de 2007
Desde quinta-feira (10) o prefeito empossado pela Câmara de Ilhéus, Newton Lima (sem partido), atende no gabinete do presidente do Legislativo, Alisson Mendonça (PT). Apesar de empossado, ainda não conseguiu sentar-se na cadeira de prefeito, por conta da resistência do prefeito afastado, Valderico Reis, em deixar o cargo. Sereno, Newton Lima revela numa entrevista exclusiva ao jornalista Maurício Maron, que chegou a ter o apoio do prefeito para assumir o governo nos próximos 90 dias[...]
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Amigos de fé, irmãos camaradas?
Companheiros, amigos, camaradas...
A Gabriela Fm não questiona a administração de Newton Lima. Por outro lado, o governo atual faz vistas grossas ao passado nebuloso e caótico, ignorando, por exemplo, as inúmeras irregularidades cometidas na secretaria de saúde, quando "Val" esteve por lá.Um sabe muito do outro, e vice-versa.Lé com cré, cré com lé.
PS: Mais que amigos de fé e irmãos camaradas. Newton e Reis são "parceiros", colegas, professor e aluno, se não, por que não denunciar as "traquinagens" do outro? Apesar de deixar de fora todo o ano de 2005 de sua comemorada AUDITORIA, Lima se quer deu entrada em um(1) único processo no Ministério Público ou qualquer outro local denunciando qualquer das irregularidades que tanto propagou em todos os jornais(pagos) pela prefeitura. Aliás, nem Lima e nem a Câmara de Vereadores, que aliás, esteve ao lado de Reis até pouco tempo antes da cassação.
Com informações do blog do Gusmão.
TRIBUNATO OU CÂMARA DE VEREADORES.
Na Roma Antiga, o Tribunato da Plebe era a magistratura plebéia, não admitindo patrícios, que a ela nem deveriam querer ascender. O tribuno (em latim tribunus) era o magistrado que atuava junto ao Senado em defesa dos direitos e interesses da plebe.
Essa magistratura foi criada após o movimento plebeu de 494 a.C. (Revolta do Monte Sagrado). A plebe não tinha acesso à magistraturas e, revoltada com o arbítrio dos magistrados patrícios, sai de Roma, e se dirige ao monte Sagrado, com o objetivo de fundar ali uma nova cidade. Os patrícios, em face disso, resolvem transigir, e a plebe retorna, após obter a criação de duas magistraturas plebéias: o tribunato e a edilidade da plebe.
Os tribunos (a princípio dois; mais tarde passaram a quatro, cinco e dez em 471 a.C.) eram os representantes da plebe, extremamente poderosos, eleitos pelos Conselhos da Plebe (Consilia Plebis). Convocavam os concílios desta e os comícios-tributos e, diante dessas assembléias populares, apresentavam proposições de caráter político, administrativo e militar. Com os tribunos, os plebeus ficavam garantidos contra a arbitrariedade dos magistrados patrícios, pois os tribunos - cuja inviolabilidade pessoal lhes era conferida por lei sagrada - detinham o poder de intercessio, ou seja, podiam vetar, exceto durante guerras, ordens ou decisões dos magistrados patrícios (como o cônsul e os senadores), além de poderem interferir nas eleições, convocações dos Comícios e outros atos de interesse público; podiam impedi-los, por exemplo. Só contra o ditador não podiam exercer o poder de veto. Esse veto, entretanto, podia ser neutralizado pela ação de outro tribuno mais dócil ao patriciado.
Também os exércitos romanos tinham a figura do tribuno dos soldados, que era a figura do representante dos soldados e infantes perante os generais, lugares tenentes e alto comando do exército. Podiam fazer pedidos em nome dos soldados e tinham alguns poderes especiais, como um salvo conduto quando houvessem motins.
Não possuíam o ius imperii, nem atribuições administrativas, não podiam convocar o Senado e os Comícios, não possuíam nem insígnias nem honrarias, tais como lictores. Não se assentavam na cadeira curul (cadeira de marfim e ouro, símbolo das altas magistraturas, como consulado, pretura, edilidade curul, ditadura). Os tribunos podiam ser procurados por qualquer pessoa que se julgasse injustiçada, daí suas casas ficarem abertas dia e noite.
Aos tribunos se deve a iniciativa da Lei das XII Tábuas, a permissão de casamento entre patrícios e plebeus (Lex Canuleia, de 445 a.C., proposta pelo tribuno Canuleius.
Não obstante tenha perdurado por todo o principado, as funções dessa magistratura, que vinham da república, se transferem para o imperador. Suas novas atribuições são de ordem administrativas, como, por exemplo, a vigilância das sepulturas.
PS: Observem que a parte em negrito destaca a função de um TRIBUNO(vereador nos dias de hoje) e mostra como de simples defensor dos PLEBEUS(povo) e propositor de LEIS, passa a ser FISCAL(inicialmente de túmulos, impostos, saúde etc.).
A PLEBE OU OS POBRES.
Ao lado dos patrícios e clientes, encontramos os plebeus (do latim plebem, que significa multidão não organizada que formava, em Roma, um mundo à parte, a plebe. Eles habitavam o solo romano, sem integrar a cidade. Como acentua Bouché-Leclercq "eles tinham o domicílio, mas, não a pátria". Eram homens livres, podiam possuir terras, pagavam impostos e prestavam serviços militares. A diferença entre patrícios e plebeus era marcada por barreiras de tabus extremamente exclusivas. A princípio, os plebeus não possuiam direitos políticos nem civis).
A plebe, cuja origem é muito obscura, possivelmente se constituia dos vencidos que ficavam sobre a proteção do Estado, dos clientes das famílias patrícias que se extinguiram, e dos estrangeiros aos quais o Estado protegia.
No período monárquico, os plebeus não eram considerados cidadãos, portanto não tinham direitos políticos, não podendo nem formar famílias legalmente reconhecidas. Serviam no exército e trabalhavam como artesãos, agricultores e comerciantes. Viviam ameaçados pela escravidão, por dívidas e tinham que pagar altos impostos. Na República, eles conquistaram o direito de eleger os Tribunos da Plebe, em um Comício da Plebe. Também conquistaram o direito de casarem-se com patrícios através da Lei Canuléia, votada pouco tempo depois da Lei das XII Tábuas e o direito de eleger magistrados plebeus.
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